terça-feira, 17 de agosto de 2010

Edificio Aruba - De onde vem o nome



- A R U B A -  

Vizinha de Curaçao, Aruba é um dos pólos turísticos caribenhos mais próximos do Brasil, a cerca de 20 quilômetros da costa da Venezuela. Na ilha, o holandês da colonização e o espanhol da vizinhança convivem com o inglês da indústria do lazer. Chove raramente e a temperatura média oscila entre 24 e 29 graus Celsius, proporcionando um tipo de verão permanente.

Trata-se de um destino para quem curte trajes de banho, trilha sonora latina e informalidade, a menos que o objetivo da viagem seja o jogo nos cassinos. Neste caso, o figurino requer capricho. As casas de jogos estão reunidas nos imponentes complexos hoteleiros de Palm Beach. Os resorts oferecem ainda a infra-estrutura de quadras de tênis, piscinas do tamanho de lagoas, múltiplos restaurantes, teatros e até torres com vista panorâmica. 

A fama do lugar pode remeter a resorts de luxo e campos de golfe, mas há hotéis menores e mais em conta, distantes poucos quarteirões do mar, com cozinha completa no apartamento, o que possibilita economizar nas refeições.

Em Aruba, também é possível encontrar aventura. Passeios de barco e de submarino proporcionam contato com outras tribos e românticas apreciações do pôr-do-sol. Mergulhos de cilindro, "scuba diving" (mergulho de reboque), parasail e "safáris" em botes motorizados adicionam adrenalina à placidez da paisagem. Para mergulhadores profissionais, porém, a flora e fauna das Ilhas Cayman ou Bonaire reservam surpresas melhores.

Tirando o pé da areia, no centro da cidade de Oranjestad, capital da ilha, vale visitar os navios e barcos atracados no Schooner Harbor, o mercado do peixe e o Wilhelmina Park.

Geografia e história

Em Curaçao, mais populosa e também habitada por índios arawak na época do descobrimento, a presença holandesa impressiona, sobretudo na arquitetura. Aruba diluiu suas marcas européias, e hoje mais parecem enxertos os cartões-postais como De Olde Molen, um moinho de vento gigante fabricado em 1805 e reconstruído na ilha em 1960.

A ilha pode ser desbravada em poucas horas - são apenas 30 km de extensão -, mas foram necessários alguns séculos para transformá-la em um caldo de culturas, sabores, ritmos e linguagens. O idioma oficial é o holandês, trazido no século 17 pelos novos conquistadores, após a descoberta da região (e posterior abandono) pela coroa espanhola, em 1499. O refino de petróleo monopolizou a economia até o final do século 20, quando a indústria turística, movimentada sobretudo por norte-americanos, tomou conta da ilha.

Por isso, Aruba é poliglota: ouve-se holandês, inglês, espanhol e papiamento, um dialeto local mais ou menos compreensível para quem fala português. Bem-vindo é "bon bini", obrigado é "danki" e quanto custa é "kuantu". A mistura acompanha os nomes dos estabelecimentos: na ilha, é possível encontrar uma danceteria batizada de "Carlos'N Charlie'S" e uma casa de espetáculos chamada "Las Palmas Showroom".
Quando visitar

No Caribe, os turistas geralmente estão fugindo do inverno com neve na América do Norte e Europa. Isso significa que no mês de dezembro, as praias de Palm Beach e Eagle Beach ficam lotadas, e vários hotéis também: melhor reservar com dois ou três meses de antecedência.

As datas do Carnaval oscilam como no Brasil, com os desfiles e concursos ocupando seis semanas de janeiro a março. É uma época colorida, especial para fazer a visita, ainda que cara.

A baixa temporada vai de abril a outubro, sendo que os meses mais quentes são agosto, setembro e outubro. "Mais quente" em Aruba quer dizer calor excessivo. Em qualquer época do ano, aliás, o protetor solar é necessário, e o intervalo do meio-dia às 15h convida a uma providencial "siesta" nas varandas dos hotéis.

fonte: http://viagem.uol.com.br/guia/cidade/aruba_index.jhtm

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Mercado imobiliário do DF já é o 2º maior do país


Diego Amori

O mercado imobiliário do Distrito Federal ultrapassou o do Rio de Janeiro e, em 2009, se consolidou como o segundo do país em faturamento e em número de unidades vendidas. Os lançamentos movimentaram R$ 11,7 milhões por dia, um total de R$ 4,3 bilhões no ano. Cerca de 14 mil unidades ganharam o mercado brasiliense. Os números foram divulgados pelo Conselho de Corretores de Imóveis do DF (Creci-DF), com base em levantamento feito entre 10 grandes empresas do setor.

Na capital carioca, o faturamento das empresas com a venda de cerca de 13 mil unidades parou em R$ 3,9 bilhões, segundo estimativa da Ademi-RJ. São Paulo lidera o ranking, com uma previsão de 34 mil unidades comercializadas em 2009. O faturamento não foi divulgado, mas o volume do mercado na maior cidade brasileira tende a ser quatro vezes maior do que o do DF. Salvador e Belo Horizonte se revezam no quarto e quinto lugares.

Diferentemente das capitais que sentiram os efeitos da crise, no DF não pararam a compra de terrenos e a construção de imóveis para atender a demanda - (Kléber Lima/CB/D.A Press )
Diferentemente das capitais que sentiram os efeitos da crise, no DF não pararam a compra de terrenos e a construção de imóveis para atender a demanda
Ao longo do ano passado, o novo cenário era esperado porque Brasília quase não sentiu os efeitos da crise econômica mundial. No Rio, o mercado recuou 20% no primeiro semestre de 2009, em relação ao mesmo período de 2008. Construtoras cancelaram projetos e voltaram atrás na decisão de comprar terrenos, o que afastou investidores. “A crise obrigou as empresas a pisarem no freio e, com isso, acabamos vendendo menos”, explica o presidente do Creci-RJ, Casimiro Vale.

No DF, as empresas mais cautelosas chegaram a adiar lançamentos, mas não desistiram deles. “Eu queria estar em Brasília, principalmente em momentos de crise, quando, mesmo assim, as pessoas não deixam de investir”, comenta Paulo Fabbriani, conselheiro da Ademi do Rio de Janeiro e vice-presidente da incorporadora Carvalho Hosken. Ele pondera que a comparação entre as duas cidades é possível apenas no caso de unidades novas. “O mercado do Rio chega a ser 10 vezes maior se incluirmos o volume de vendas de imóveis usados”, diferencia.

Sem surpresas
Empresários do mercado do DF encaram o segundo lugar como se fosse o primeiro. São Paulo completou 456 anos no mês passado. Brasília faz 50 anos em abril. Os lançamentos em cidades como Samambaia, Gama e Ceilândia, além do fenômeno Noroeste (1), sustentou a expectativa de ultrapassar o Rio em 2009. “De certa forma, não nos surpreende. O DF tem um mercado de muito volume e muita dinâmica”, diz Fernando Maia, diretor da Brookfield Incorporações no Centro-Oeste. Somente a empresa dele faturou R$ 498,3 milhões com vendas no DF.



Existem cerca de 100 construtoras imobiliárias em atuação na capital federal. Animados com a confirmação dos números de faturamento, os donos das empresas traçam metas agressivas para 2010 e reafirmam que apostar em imóveis continua sendo o melhor negócio da cidade. “Não é que somos imunes a oscilações, mas passar o Rio de Janeiro em um ano de incertezas é sinal de que estamos blindados”, avalia o presidente da Ademi-DF, Adalberto Valadão, da Soltec Engenharia. Ele acredita que o DF deve se firmar no segundo lugar nos próximos anos.

O mercado de Brasília cresce, historicamente, a uma velocidade maior do que a dos demais centros urbanos. O salto varia entre 15% e 20% ao ano. “Tomamos a decisão de entrar no mercado de Brasília porque acreditamos no potencial dele. Ver o avanço no volume de vendas é colher os frutos dessa decisão”, afirma Frederico Kessler, diretor da Rossi, empresa paulista que há dois anos se instalou no DF. Para 2010, a empresa prevê seis lançamentos, o dobro do ano passado.

A mudança no ranking deve atrair mais investidores, acreditam os empresários. Em 2009, a valorização dos imóveis no DF foi de 25%, em média. A estimativa é de que cerca de 40% das unidades lançadas foram vendidas para pessoas dispostas a investir. “Esse segundo lugar mostra o vigor do mercado, o que é bom para as empresas e para os investidores”, comenta Dilton Junqueira, diretor da Brasal Incorporações, que faturou R$ 212 milhões em 2009, 138% a mais que em 2008. Este ano, a meta da empresa é lançar pelo menos quatro empreendimentos.

O Noroeste é um caso à parte. Em agosto do ano passado, a Brasal vendeu 95% das unidades do primeiro prédio lançado no futuro bairro ecológico em três dias. A servidora pública Conceição Azevedo, 59 anos, viu o folder do empreendimento, gostou e decidiu investir em um imóvel de três quartos, no sexto andar, de 127 metros quadrados e duas vagas na garagem. Ela pagou R$ 7,8 mil pelo metro quadrado, que hoje custa R$ 8,2 mil — valorização de 5% em seis meses. “Com imóvel, a pessoa nunca perde. O pior que pode acontecer é recuperar o que foi aplicado”, comenta Conceição, que comprou outros dois apartamentos em 2009 para investir.

Com a certeza de que fez bom negócio, o servidor público Tiago Luiz Morais de Assis, 25 anos, conta que também apostou no mercado imobiliário. Comprou três apartamentos, mas não encarou o Noroeste, por ora. “Está muito caro, acho que o retorno pode não ser o que estão esperando”, justifica. Depois de pesquisar preços, o jovem optou por um imóvel em Águas Claras, que deve alugar quando ficar pronto, e dois em Ceilândia. Esses, ele pretende passar adiante antes da entrega da chave e lucrar com a valorização. Em menos de um ano, os imóveis passaram a valer cerca R$ 40 mil a mais, cada um.

1 - Em 2009, foram aprovadas quase 100 projeções no bairro. As empresas lançaram 15 empreendimentos — para este ano, a previsão é de pelo menos mais 25. O preço do metro quadrado está em R$ 8,2 mil. O tamanho das unidades varia de 90 a 200 metros quadrados. Cerca de 80% do que foi lançado já tem dono.

"Enquanto houver a valorização, o mercado se sustenta. Mas quando começar a pairar uma dúvida sobre isso, os investidores poderão perceber que não mais vale a pena"

Aquiles Rocha de Farias, professor do Ibmec em Brasília

Fonte:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/02/07/cidades,i=171876/MERCADO+IMOBILIARIO+DO+DF+JA+E+O+2+MAIOR+DO+PAIS.shtml

domingo, 8 de agosto de 2010

Águas Claras é o novo Eldourado imobiliário

                                                                         foto: Jorge Paes Leme
Por: Daniela D'Ambrosio, de Águas Claras, Distrito Federal
via Valor Econômico

Quando Brasília foi projetada pelo arquiteto Lúcio Costa, a ideia era que em cada ponto da cidade - formada a partir do esboço de dois traços em forma de cruz e do desenho de um avião - se pudesse avistar a linha do horizonte. A topografia plana do cerrado e a arquitetura milimetricamente projetada com construções baixas garantiriam essa sensação. Até que, há cerca de dez anos, começou a surgir uma mancha no horizonte. Tímida, a princípio, tornou-se maior e mais insistente a cada ano. Povoada por espigões, cada vez mais juntos e mais altos, Águas Claras se destaca na árida paisagem do Distrito Federal.

A apenas 20 quilômetros da Capital Federal, é o novo Eldorado da construção civil. Sem restrições regulatórias rígidas, como Brasília, tornou-se paraíso para empreiteiras. O preço do metro quadrado quintuplicou em seis anos - varia entre R$ 4,5 mil e R$ 5,5 mil no residencial e chega a R$ 6,5 mil no comercial - e a expectativa é que ainda tenha espaço para subir mais. No começo da cidade, a terra custava tão pouco que era mais barato comprar um terreno maior e fazer um estacionamento aberto do que construir garagens subterrâneas. Hoje, os prédios novos costumam ter até três subsolos. Rogélio Tolosa, diretor financeiro da Brookfield: "É um mercado muito promissor, com espaço para novos conceitos"

Nos últimos anos, Águas Claras se auto-intitulou o maior canteiro de obras da América Latina - ou, para quem prefere uma dose adicional de charme, a Abu Dhabi brasileira. Sem números comparativos, o que se pode afirmar, de fato, é que nenhuma outra cidade brasileira foi erguida tão rapidamente. Em 2004, não havia mais do que 80 prédios em Águas Claras. Hoje, são cerca de 600 edifícios prontos e quase 200 em construção. A cidade é empoeirada e barulhenta de tanta obra.

Como Brasília, Águas Claras é uma cidade projetada. As semelhanças terminam aí - o ar seco também é o mesmo. Nada mais. As ruas são estreitas, há poucas árvores e os prédios são altos e coloridos. Não obedecem nenhum padrão e ficam bem próximos um dos outros. A maioria tem mais de vinte andares e ampla área de lazer no térreo. Como nas grandes cidades, a janela pode dar para a parede ou a sacada do vizinho. Mas Águas Claras também não se parece com uma cidade convencional. Não tem casas. Boa parte do comércio fica em pequenas galerias debaixo dos prédios residenciais.

Cerca de 70% já foi ou está em construção. Praticamente não há mais terrenos nas mãos do governo. Os quadriláteros vazios que restam entre os prédios - sem tapumes, o que coloca o chão de terra batida vermelha ainda em mais evidência - pertencem à iniciativa privada. "Os donos estão sentados em cima dos terrenos esperando valorizar ainda mais", afirma Lincoln Marino Xavier, superintendente de aquisição de terrenos da Brookfield no Distrito Federal.

Inicialmente, foram as construtoras locais - Via Empreendimentos, JC Gontijo e Villela Carvalho - que começaram a fazer projetos na região (veja história da cidade no texto abaixo). Há cerca de quatro anos começaram a chegar as empresas "forasteiras", construtoras nacionais - muitas delas de capital aberto - para aproveitar a evolução crescente do metro quadrado. Hoje, Brookfield, MRV, Rossi, Inpar e Tecnisa estão na região. O fato de permitir construções com o mesmo padrão de outras cidades brasileiras foi um fator preponderante para abrir as portas para as empresas de fora. É também o que, muitas vezes, atrai quem chega para morar em Brasília - além do preço, claro.

A expansão de Águas Claras está diretamente ligada ao contexto imobiliário de Brasília. O preço do metro quadrado dentro do Plano Piloto é o mais caro do Brasil. O Setor Noroeste, que começou a ser licitado no ano passado após mais de vinte anos sem novas construções no Distrito Federal, teve um terreno de mil metros quadrados vendido por R$ 22 milhões. O preço final dos apartamentos está sendo comercializado entre R$ 8 mil e R$ 12 mil o metro quadrado. "Hoje o preço de Águas Claras está cerca de 50% abaixo do Plano Piloto. Vai ficar, no máximo, 30%", diz Paulo Muniz, diretor da Ademi/DF. O trânsito, porém, para chegar à região já é um problema.

A Brookfield, que acabou tendo uma posição privilegiada na região após a aquisição da MB Engenharia - empresa focada no Centro-Oeste, está fazendo o maior lançamento da cidade. Em um terreno de 60 mil metros quadrados, irá construir um projeto de R$ 480 milhões de VGV (valor geral de vendas), com três torres residenciais com serviços - ao antigo flat - duas comerciais e um shopping de tamanho médio. O terreno também irá abrigar a sede do Wal-Mart. "É um mercado muito promissor, com espaço para novos conceitos", diz Luiz Rogélio Tolosa, diretor financeiro da Brookfield.

Não por acaso, o empreendimento chama-se DF Century Plaza, como o empreendimento da construtora em uma esquina nobre do Itaim, em São Paulo. O projeto foi apresentado ao mercado com uma mistura de luxo e tecnologia - ambientes sensoriais, cadastro em IPad, telão de 52 polegadas sensível ao toque e sete ambientes luxuosamente decorados. Foram gastos mais de R$ 3 milhões no lançamento. Tudo para aumentar o valor agregado da região e conseguir vender a até R$ 6,5 mil o metro quadrado

A região atraiu até a MRV, empresa focada na baixa renda - mercado que não existe em Águas Claras, cujo preço do terreno não comporta Minha Casa, Minha Vida. "Foi uma questão de oportunidade", diz José Lima Melo, responsável pela região. A empresa tem quatro empreendimentos no bairro . Chegou a vender 1,1 mil unidades em menos de quatro meses. A Rossi entrou na região em dezembro passado e vendeu apartamentos de 34 metros quadrados a R$ 180 mil em apenas 15 dias. "É uma das velocidades de vendas mais altas do mercado", diz Frederico Kessler, da Rossi de Brasilia.

Fonte: Clipping MP - 18/06/2010

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

O Sucesso do Edifício ARUBA


No mês de julho passado foi dado o início a concretagem das fundações do  Edifício ARUBA. 
O melhor quarto e sala de Águas Claras está com a obra de vento em popa.
O edifício é  formado por dois blocos, o primeiro já totalmente vendido e o segundo bloco tem seu lançamento previsto para Setembro próximo. 
A unidade decorada está sendo montada ao lado da obra. 
Pelo movimento no canteiro de obras o lançamento promete ser um sucesso de vendas. 
O Edifício ARUBA é um excelente negócio para quem quer uma kit diferenciada e com a qualidade da Sólida Construções.
Com o aumento das visitas a obra, a equipe de vendas está considerando essa movimentação um pré-lançamento do empreendimento.

Quem quer investir ou morar não pode perder esta oportunidade.
Faça você também um contato antes da virada da tabela, uma vantagem para os clientes Sólida.
Ligue (61) 3435.6616 e fique sabendo como comprar uma Kit no Edifício ARUBA.


quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Trânsito em Águas Claras



Ação conjunta da Administração Regional, Novacap e Detran atende às demandas da população. O resultado é um trânsito mais seguro na cidade.
A Administração Regional, o Detran e a Novacap continuam investindo na melhoria do trânsito de Águas Claras. Na última semana foram implantados canteiros centrais e rotatórias próximo aos viadutos das ruas Buritis e Pitangueira. Além disso, foram colocadas novas placas de endereçamento. Faixas de pedestres e quebra-molas tiveram as pinturas renovadas.