sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Relatório mostra que população de Águas Claras triplicou em seis anos

A Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) divulgou, nesta quinta-feira (28/01), um perfil socioeconômico dos moradores de Águas Claras. Os dados integram a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (PDAD), e foram coletados de setembro a dezembro de 2010, e incluem também a população de Arniqueiras e Areal.

Os dados comprovam que o crescimento populacional da região administrativa acontece num ritmo superior à média do Distrito Federal. Desde a pesquisa passada, realizada em 2004, a população do local triplicou. Em seis anos, o número foi de 43.623 para 135.685, numa taxa de crescimento anual de 20,8%. A média geral do DF é de 2,3% ao ano.

Os pesquisadores tomaram 1.010 residências como amostra. Todas as 30 regiões administrativas do Distrito Federal participaram da PDAD, mas por enquanto, apenas os dados de Águas Claras foram concluídos.
 
Fonte: Correio Braziliense

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Morar em apartamento

Com informações do site "abril.com"



Segurança, lazer e outros atrativos têm levado cada vez mais pessoas a morar em apartamentos. Mas existe a parte difícil dessa empreitada: viver em condomínio.

Enfim, concretizou-se a compra do tão sonhado apartamento. Você economizou um pouquinho aqui e ali, pagou as parcelas do seu imóvel, deu uma reajustada no orçamento e enfim vai morar no que é seu. Depois de dar uma repaginada no seu apartamento, chegou a hora de passar pra dentro e curtir a paz e o sossego de um lar doce lar. Até que...um belo dia você acorda com com a música alta do seu visinho de cima ou o latido do cão do visinho ao lado. Estes são desafios que podem ser enfrentados por quem mora em apartamentos. Mas calma, isto nem sempre acontece e você pode comprar tranquilo seu apartamento porque agora, temos algumas dicas de como se conviver bem entre a visinhança do seu prédio.

Para quem está na fase da escolha do imóvel, os primeiros passos para evitar enroscos são ficar a par da administração dos recursos e investigar se o perfil dos moradores e a rotina do local combinam com seu estilo de vida. Peça para verificar a ata das assembléias, onde consta a rotina do prédio. Ela pode dar sinal verde ou vermelho para o negócio.

A arte de compartilhar

Cada condomínio tem suas particularidades. A administradora de empresas Zélia Lacerda, de São Paulo, procurou um local onde houvesse bastante criança para fazer companhia à sua filha, Vitória, de 8 anos. "Um casal idoso não acharia a menor graça na barulheira da molecada", reconhece. E, como morou mais de uma década numa casa, Zélia estranha a falta de privacidade do novo endereço. "Todo mundo f ica sabendo de qualquer coisa que acontece", comenta. Segundo a socióloga Ana Mércia, conf litos na convivência surgem justamente da contradição entre a tendência de as pessoas se agruparem, especialmente nas grandes cidades, pautadas pela verticalização, e a ânsia por privacidade. "Hoje vivemos tempos mais individualistas. Não é fácil tolerar o que é diferente da gente", argumenta Mércia. Para evitar confusão e estabelecer direitos e deveres, além de organizar a gestão dos negócios, os condomínios elaboram uma convenção, que funciona como uma constituição. "Um condomínio é democrático desde que exista a participação dos moradores", diz Hubert Gebara, vice-presidente de administração imobiliária e condomínios do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP). Faça valer as leis.

Gentilezas fazem a diferença

Os vizinhos olham torto para você? Atenção às dicas de comportamento:

Elevador. "Valem regras à moda antiga - por exemplo, os mais velhos entram primeiro. Também não custa manter a porta aberta para aguardar um morador que esteja se aproximando", diz a jornalista Márcia Zoladz, de São Paulo.

Garagem. Não estacione nem sequer um "minutinho" na vaga de outro. O dono aparece quando a gente menos espera.

Crianças. "Evite autorizar brincadeiras que perturbem o vizinho de baixo. Convém até instalar um piso que absorva ruídos", aconselha a consultora de etiqueta Glória Kalil.

Animais. Escolha raças dóceis como lhasa apso e maltês, e que se adaptem à ausência do dono. Não deixe o cão sozinho em casa latindo sem parar.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Decoração em varandas de apartamentos


fonte: terra


A busca pela qualidade de vida nas grandes cidades fez com que a arquitetura dentro dos apartamentos se moldasse a essa necessidade do ser humano. Uma solução para isso foi ampliar os espaços das varandas e transformá-las em jardins suspensos a vários metros de altura, uma forma de trazer a sensação de frescor que apenas sentimos em casa.

Nos apartamentos novos, elas viraram atração principal e são um excelente espaço para reunir a família e os amigos. "Cidades grandes e litorâneas, como Rio de Janeiro e Salvador, já exploravam esse recurso de grandes varandas que ampliam a sala de estar, aumentando o contato com o ambiente externo e valorizando o imóvel. Este comportamento se tornou uma tendência, adotada até em cidades com clima menos favorável, como São Paulo", diz a arquiteta Ana Carolina M. Tabach, diretora de projetos da C+A Arquitetura e Interiores.

Com várias opções de aproveitamento do espaço, a varanda pode se transformar em jardim, espaço gourmet, Spa, sala de leitura, às vezes, até por meio de uma simples mudança dos móveis. Para o espaço ficar mais aconchegante, a arquiteta indica a substituição dos pisos cerâmicos por revestimentos mais nobres, como um porcelanato rústico e mármore com decks de madeira sobrepostos. "O piso em carvalho rústico é resistente e de fácil manutenção. A madeira de demolição também tem sido muito empregada", ressalta.

Ana Carolina destaca que é o projeto deve ser funcional, de forma que o local seja uma expansão da área social da residência. "Se a varanda contar com uma churrasqueira, vale utilizar mesas com bancos, detalhes de marcenaria que atendam a demanda da varanda. Também prever um ponto de energia elétrica para instalação de um frigobar ou até mesmo uma cave de vinhos. Enfim, tudo o que é necessário para se ter conforto preservando um bom espaço de circulação".

Na hora da escolha dos móveis atenção aos materiais mais resistentes às ações do sol, chuva, vento, e acima de tudo fungos. Para mesas e cadeiras, as madeiras de eucalipto, camaru e naval são as mais indicadas. Para proteger e forrar os móveis, materiais como acrílico e tecidos náuticos, impermeáveis, são uma boa pedida. "Eles não sofrem com a ação dos raios solares e dos fungos". A arquiteta também recomenda a madeira teca (naval), por ser resistente às intempéries, além de móveis de alumínio, fibra sintética e de vidro.

"Dependendo da área disponível, podemos selecionar poltronas, pufes, mesa de centro e lateral para compor uma gostosa área de estar. E se ainda sobrar espaço, pode-se optar por uma chaise ou por uma mesa para as refeições ao ar livre", sugere a profissional.


Além de saber escolher móveis resistentes, também é imprescindível saber quais plantas são adequadas para o espaço. No caso de uma varanda que venta muito, o ideal são plantas resistentes, como a ixora, que se adapta bem em lugares com sol e sombra. E dá flores o ano todo. Também em lugares com muito sol, buxinho, azaléia, onze horas, gerânio e petúnia (para ser pendurada) são uma boa pedida. No caso inverso, o espaço deve ser decorado com violeta africana, antúrio, lírio da paz e begônia.


A arquiteta lembra que muita gente tem dúvidas se deve ou não fechar a varanda. Se o fechamento for a decisão final, é preciso estar atento a legislação municipal. A medida também deve passar pela aprovação do síndico ou da administradora do condomínio. "Para o fechamento de varandas, o mercado oferece várias opções. Há o screen glass, sistema que não tem esquadrias, mas vidros presos em um trilho, que pode ser totalmente aberto ou fechado. Outra opção são os toldos retráteis, que possuem estrutura em alumínio, não enferrujam e dão leveza à peça. Um detalhe: as estruturas em vidro já garantem isolamentos acústico e térmico.


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

2010 foi prá lá de bom. 2011 pode ser ainda melhor

O ano de 2010 vem sendo considerado o melhor na indústria da construção civil em todos os temos e, por consequência, de todo o segmento imobiliário em todas as suas pontas, que se beneficiaram da estabilidade econômica, do aumento de emprego e renda, além das boas políticas públicas para o setor, dentre as quais destaca-se o programa habitacional do governo, Minha Casa, Minha Vida, que reintroduziu a importância de uma política habitacional voltada para as classes menos favorecidas.

Para falar sobre os resultados obtido pelo setor em 2010, tanto em nível nacional, quanto local, bem como projetar as perspectivas para o setor em 2011, principalmente face à posse dos governos federal e do DF, bem como a manutenção das políticas para o segmento, a Revista Wimóveis convidou expoentes do nosso mercado para procederem a uma análise sobre o nosso atual momento e do futuro próximo. As perguntas enviadas pela nossa reportagem foram as seguintes:

Como o senhor avalia os resultados apresentados ao longo do ano de 2010 pelo mercado imobiliário tanto em nível nacional, quanto no âmbito do Distrito Federal? O que de mais importante aconteceu no mercado imobiliário do DF em 2010?

Face aos bons resultados apresentados pelo mercado imobiliário em 2010 e as expectativas em reação à posse da nova presidente e a manutenção das políticas do governo para o setor, quais são as suas perspectivas para o mercado em 2011?

Confira abaixo as repostas:
Hermes Alcântara, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis da 8ª Região - CRECI/DF

Nunca foi tão fácil comprar a casa própria como está sendo agora. O Programa Minha Casa, Minha Vida está dando uma oportunidade de ouro para as pessoas de baixa renda, que podem adquirir casas ou apartamentos com prestações de até 360 meses e juros bem mais baixos que o normal. Com isso, o déficit habitacional foi reduzido em todo o Brasil, e agora mais pessoas têm a casa própria. Apesar da crescente oferta, o valor de mercado dos imóveis no DF tem crescido, em média, 20% ao ano, o que caracteriza não só a realização do sonho da casa própria, mas também um ótimo investimento. Somando tudo isso o DF conquistou o posto de segundo maior mercado imobiliário do DF. Nossa região é a detentora do maior índice de valorização e vendas de imóveis do país.

Nosso Departamento de Fiscalização também foi considerado o segundo melhor do Brasil. Encaramos com seriedade a atuação de contraventores no DF, justamente porque reconhecemos a importância que tem o corretor de imóveis para garantir a segurança da sociedade, no âmbito imobiliário.

E na nossa gestão valorizamos o corretor de imóveis, este profissional que é o realizador do sonho da casa própria de milhares de famílias. Fizemos diversas campanhas em mídia televisiva e de rádio, orientando a sociedade quanto à atuação legal do corretor de imóveis e dos contraventores, que vendem imóveis ilegalmente. Realizamos a maior festa de comemoração do Brasil, em homenagem ao Dia do Corretor de Imóveis, o "Prêmio Colibri, O Oscar do Corretor de Imóveis", evento em que premiamos os melhores corretores de imóveis, indicados pelas imobiliárias. Firmamos também vários convênios educacionais, esportivos e de lazer, enfim, são inúmeras as conquistas em prol da nossa categoria, que já bateu o recorde de 16.000 inscritos.

A copa Mundial de 2014 já está surtindo efeitos no DF. Muitos investimentos serão feitos no mercado imobiliário, a partir de 2011, em construção de mais habitações e novos prédios residenciais e comerciais. Tudo indica que bateremos novamente nossos recordes em números de vendas de imóveis e de registros de novos profissionais e imobiliárias para atender a demanda. E, como um bom corretor de imóveis, que não para de trabalhar, iremos continuar conquistando mais vantagens para a categoria, como meio de facilitar a atuação legal deste profissional.

Daniel Humberto – Diretor – Coelho da Fonseca

O ano de 2010 foi marcante não só para o mercado imobiliário, mas também para nossa capital Brasília. Ano em que comemoramos 50 anos. Para nós foi marcante, além disso, o fato de ser o ano em que a Coelho da Fonseca entrou no mercado de Brasília.

Passados 50 anos, Brasília se consolida como 2° cidade no ranking imobiliário nacional, e vários fatores foram significantes para esse feito. Hoje, cerca de 60% da massa salarial compõem-se de funcionários públicos, os quais são imunes às crises econômicas e salariais, sem contar o alto poder aquisitivo da população - acima da média nacional - e a estabilidade econômica e financeira. Outro fator a se considerar é que Brasília é classificada como Patrimônio da Humanidade pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), o que, supostamente, dificulta a atividade imobiliária ao impor inúmeros limites e regras de ocupação.

Esses fatores potencializaram a entrada de empresas nacionais e internacionais em nossa cidade, e mais interessante ainda é a consolidação dos diversos nichos do mercado imobiliário, como, por exemplo, Águas Claras, Samambaia, Ceilândia, Gama, Valparaíso, Setor Noroeste, dentre outros. Isso faz com que encerremos o ano de 2010 satisfeitos e confiantes, na certeza de que Brasília é uma cidade onde é totalmente seguro investir em imóveis, por conta de sua demanda reprimida por imóveis residenciais e, consequentemente, comerciais.

Para 2011 pretendemos intensificar os investimentos em novas sedes e ferramentas de trabalho que venham fidelizar não somente nossos corretores, mas também nossos clientes e investidores. Investiremos também na consolidação da marca Coelho da Fonseca, a fim de nos posicionarmos a cada dia como uma imobiliária full service, com atuação em todas as áreas do mercado imobiliário.

Em termos nacionais, os relatórios econômicos confirmam o ótimo momento pelo qual passa o financiamento imobiliário com redução de taxas de juros, aumentos de prazos de financiamento, maior concorrência entre os agentes financeiros, consolidação da alienação fiduciária. Deixam claro que a estabilidade econômica foi fundamental para o crescimento sustentado do mercado, pois a população se sentiu mais segura em decidir pela aquisição do imóvel, com opção de financiamento bancário. Isso se deve aos baixos índices de desemprego, ao crescimento da massa salarial e da renda real e de outros fatores macroeconômicos.


Luiz Henrique Alvez Martinez - Brasal

Em nível nacional, sabemos que o programa "Minha Casa, Minha Vida" foi responsável por parte do sucesso na construção civil e mercado imobiliário por ser ano de eleição. No entanto, o crescimento econômico foi quem realmente alavancou de forma direta e indireta o volume de negócios tão expressivo. No Distrito Federal, o mercado cresceu pouco mais do que tem crescido a cada ano, poderia ter sido bem melhor se não tivessem havido tantos embargos, todos por falta de políticas de ocupação bem definidas, além dos graves problemas políticos que desestabilizaram o poder público local de forma significativa, fazendo com que as entidades públicas não acompanhassem, pelo menos em termos de diretrizes, o crescimento econômico desse mercado, responsável por uma geração de emprego e renda extremamente importante para o próprio desenvolvimento econômico local.

Certamente 2011 será um ano de crescimento ainda maior para o mercado imobiliário do Distrito Federal, pois a forte demanda proporcionada pela melhoria da renda foi reprimida pela escassez de opções, e tende a se estender. No que se refere aos demais estados, o mercado crescerá assim como crescerá a economia, o programa "Minha Casa, Minha Vida" terá certa contribuição em função de projetos já em andamento, no entanto tende a perder volume no decorrer do ano, acho que ele dará vez a obras de infraestrutura, que por sua vez, têm papel importante no desenvolvimento econômico, principalmente quando se pretende desenvover de forma sustentável, e equilibrada, e é o que nos parece estar em pauta. Entendo que seja obrigação de cada brasileiro ser otimista no que se refere ao futuro de nosso país, assim como é obrigação de cada brasiliense, como eu, ser otimista no que se refere ao futuro da nossa cidade.


Marco Antônio Demartini, diretor-executivo da Lopes Royal

O ano de 2010 foi de crescimento para a Lopes Royal. Foram 23 lançamentos, sendo mais de 6.200 unidades, até o mês de novembro e esperamos lançar mais 4 até o final de dezembro. Mantemos o market share de comercializar 1 a cada 3 imóveis vendidos no Distrito Federal. Para 2011, as perspectivas são positivas. Prevemos um crescimento de 50% no pipeline de lançamentos. Além disso, para 2011 estão previstas ações voltadas à capacitação dos corretores com o aperfeiçoamento da UniRoyal, uma universidade criada exclusivamente para seus corretores. A meta é ampliar e fortalecer a base de corretores em 30%. Na UniRoyal, os corretores receberão formação básica com aulas que vão desde marketing pessoal a matemática financeira. A Lopes Royal vive um momento de expansão. Este ano a loja localizada no Brasília Shopping ampliou seu espaço em 200 m². Para 2011, está prevista a abertura de um novo escritório em Águas Claras, para atender à crescente demanda do mercado. Além disso, o marketing da empresa também receberá grande atenção no próximo ano. Parcerias com grandes empreiteiras estão em processo de negociação.


Luiz Cesar, diretor da Consult Incorporações

O mercado imobiliário em 2010 foi sensacional, a maior alta (11%) desde 1986, época do Plano Cruzado. Em Brasília, sofremos uma leve queda a partir das eleições. O grande sucesso do salão Wi foi com certeza o marco de sinalização da retomada do mercado.

Acredito que 2011 será contemplado ainda com excelentes resultados, principalmente para Brasília, porém com um crescimento menor do que foi 2010, estimado em 6% do PIB. O limite e a velocidade de crescimento da indústria da construção civil dependerão diretamente da política de investimentos a ser adotada pelo novo governo, que desde já manifesta sua intenção incondicional de focar seus investimentos em infraestrutura, e isso é fundamental para a sustentabilidade do crescimento do Brasil. Quanto ao novo governo do DF, apesar de todas as dificuldades que herdará o governador Agnelo, acredito na sua competência e certamente fará com que as demandas do DF como capital sejam atendidas.


Fernando Queiroz, presidente da Via Engenharia

Em 2010 lançamos diversos projetos inovadores, com diferenciais de segurança, tecnologia e qualidade de vida, que tiveram excelente aceitação no mercado e possibilitaram que a Via crescesse e se firmasse na posição de liderança do setor como a principal construtora da região Centro-Oeste. O mercado imobiliário do Distrito Federal, no geral, mostrou-se aquecido em 2010. O principal destaque foi o Setor Noroeste, que se consolidou como a principal opção na área central de Brasília para quem busca melhoria de qualidade de vida e excelentes oportunidades de negócio, aproveitando a valorização do momento de construção do bairro. Em outras praças de atuação, como São Paulo e Rio de Janeiro, os resultados também foram positivos e todos os lançamentos foram sucesso de vendas. O ano de 2010 foi excelente para a Via Engenharia. Devemos fechar o ano com uma receita de obras e venda de imóveis de cerca de R$ 1 bilhão e um back-log de contratos e estoque de imóveis superior a R$ 4,2 bilhões.

Em 2011, o mercado imobiliário deverá continuar aquecido. A aliança entre os futuros governos distrital e federal deverá facilitar a execução de políticas públicas prioritárias, e a habitação certamente sairá beneficiada. Buscando atender diversos perfis de clientes, em 2011, a Via atuará em diversos segmentos econômicos no Distrito Federal, em locais nobres como Asa Sul, Setor Noroeste, Setor Sudoeste e Águas Claras, e em cidades-satélites, com a construção de bairros planejados, mantendo a estratégia de oferecer ao cliente os melhores empreendimentos do mercado, com diferenciais de tecnologia, segurança e qualidade de vida. O setor da construção deverá receber atenção especial para as obras de infraestrutura em virtude da Copa do Mundo e Olimpíadas, onde temos forte atuação com projetos como VLT, Estádio Nacional de Brasília e estradas em diversas regiões do Brasil.

Fonte: revista Wimoveis

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Como decorar uma sala

A sala é o cartão de visitas de qualquer casa ou apartamento. É um dos locais mais frequentados e é lá também que você recepciona os amigos ou a família, seja para um almoço especial ou para assistir um filme acompanhado.

Seja como for, a sala merece destaque especial quando o assunto é decoração. A começar pelas cores, usa aquelas que dão personalidade ao local. Cores mais claras dão o efeito visual de amplitude ao ambiente. Se possível, use cores claras também nos móveis. Veja, de antemão, se você vai pintar todas as paredes da mesma cor ou se prefere dar destaque a uma parede em específico, ou às janelas e o portal ou ao teto. Caso você queira aplicar cores vivas no ambiente, deixe-as para os móveis.

Defina também de antemão que tipo de ambiente você quer para sua sala: rústico, contemporâneo, hi-tech etc. Uma boa revista de decoração pode auxiliá-lo nisto. Feita a escolha, guarde uma cópia impressa do que você planeja para o ambiente. Isto o ajudará na hora de pôr a mão na massa.

Quanto à mobília, se sua sala for pequena, aproveite cada espaço utilizando móveis que se encaixe em outros. Escolha o ponto central da sala onde a decoração deverá começar e a partir de que elemento vai organizar a mobília. Aquele local deverá ser o centro das atenções das visitas. A iluminação deve ser alternada entre a natural e a artificial. Isto garantirá um efeito desejado no ambiente a qualquer hora do dia ou da noite.

Plantas e quadros podem ser aproveitados para esconder fios do sistema de som ou da televisão.



*imagens retiradas da internet

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Como decorar um apartamento de um quarto

Nos dias atuais, tem se tornado cada vez mais comum, pessoas adquirirem apartamento com apenas um quarto, seja devido ao valor do imóvel ou por não necessitarem de espaço amplo para morar.

É preciso criatividade para decorar um apartamento pequeno de forma a aproveitar cada espaço tornando-o utilizável ao mesmo tempo em que se deixa o ambiente confortável, aconchegante e sofisticado.

A dica de hoje é decorar um quarto pequeno. Nos armários, use portas de correr, assim você economiza espaço, caso contrário, você terá dificuldade em colocar um armário em um quarto que mal cabe uma cama.

Caso você opte por ter uma TV no seu quarto, opte por uma de tela LCD ou Plasma e coloque-a fixada na parede, assim o local que ela ocuparia ficará livre para circulação.

Na escolha das cores, nada de cores fortes ou quentes. O quarto é um local para relaxar e descansar, portanto, use cores claras e calmas. Deixe o colorido por conta dos objetos, cortinas ou móveis.
*fotos retiradas da Internet

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Brasília lidera valorização de imóveis nos últimos três anos

Distrito Federal lidera o ranking de valorização de imóveis de alto padrão feito pelo iG com oito capitais brasileiras. No conjunto de Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte, a apreciação média nos lançamentos foi de 66% de 2007 a 2010. Já no DF, a valorização média dos imóveis novos nas três regiões centrais, que são Asa Norte, Asa Sul e Sudoeste, é de 113%. Ou seja, o preço do metro quadrado dobrou nos últimos três anos.

As principais razões desse avanço são duas: a falta de terrenos disponíveis para construção e a boas condições financeiras dos moradores, o que acaba elevando a procura, mesmo com preços já estando em um alto patamar.

Enquanto há demanda, as incorporadoras e imobiliárias chegam a vender imóveis por até R$ 10 mil o metro quadrado, em localidades como a margem do lago Paranoá. Em caso de apart hotéis ou flats, chega-se a R$ 12 mil o metro. São valores equivalentes aos da Vila Nova Conceição, reduto da burguesia paulistana, onde os lançamentos são raros pela falta de terrenos disponíveis. “E por que não valeriam o mesmo?”, questiona Hiram David, presidente do Secovi-DF, o sindicato da habitação.

O Plano Piloto de Brasília é tombado, o que lhe garante a preservação da área verde e também da vista - afinal, não haverá um infinito de construções na região. Também não será permitido derrubar blocos de seis andares para se construir arranha-céus. A cidade tem o melhor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, comparável aos níveis de Suécia e Noruega, e também a maior renda per capita.

Migrando para Águas Claras
 
Com a falta de terreno para construção na área central de Brasília, um dos locais mais procurados por construtoras e imobiliárias é Águas Claras. Responsável pelo maior canteiro de obras da América Latina, a cidade dispõe de diversos fatores que contribuem para o seu crescimento como boa localização e acessibilidade. Foi a cidade que mais cresceu desde 2003, quando foi declarada RA deixando de ser apenas um bairro de Taguatinga.
 
A maior rentabilidade registrada pela região de Águas Claras é vista pelo mercado como um resultado do incremento do poder aquisitivo da classe C. Para essa faixa de renda, os imóveis em Águas Claras são uma boa alternativa de investimento e moradia, o que explica o aumento de demanda por imóveis e o consequente aumento na rentabilidade destes.
 
 
Com informações do IG 






terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Brasil supera China na preferência de investidores do setor imobiliário

Em pesquisa, o Brasil apareceu como o mercado emergente mais promissor de 2011

Agência Brasil 03/01



O Brasil superou a China na preferência dos investidores estrangeiros no setor imobiliário. A conclusão é da Associação de Investidores Estrangeiros em Mercado Imobiliário (Afire, na sigla em inglês) – que é a entidade internacional do setor, com sede em Washington. Na pesquisa, o Brasil apareceu como o mercado emergente mais promissor de 2011, e o quarto lugar no ranking geral dos países com mais chances de valorização.

As cidades americanas de Nova York e Washington apareceram como os dois alvos prediletos dos investimentos estrangeiros, seguidas por Londres, Paris e Xangai. Os participantes da pesquisa controlam mais de US$ 627 bilhões (valor equivalente a mais de R$ 1 bilhão) em ativos imobiliários em todo o mundo – cerca de 40% desse valor dentro dos Estados Unidos.

Os EUA, país onde os preços dos imóveis desabaram com a crise econômica, lideraram a lista, com mais de 65% das opiniões dos investidores - seis vezes mais do que a China. "À medida que os temores de uma recessão dupla são afastados, os investidores se revelam mais e mais entusiasmados com os prospectos para a economia americana", disse o diretor-executivo da Afire, James Fetgatter.

"Mas eles não estão diversificando os seus investimentos em todo o país, e sim focando em cidades como Nova York e Washington, ainda mais do que nos anos anteriores", acrescentou Fetgatter.

O presidente da associação, Ian Hawksworth, disse que para 2011 os investidores se mostraram muito mais dispostos a diversificar seus investimentos, o que beneficiou os mercados emergentes.

O Brasil foi citado pela primeira vez na pesquisa em 2009. No ano passado, o mercado brasileiro ficou atrás do chinês entre os mercados emergentes, empatado com a Índia.